O ano de 2012 vai dar continuidade à procura de viagens mais económicas.
No próximo ano, os portugueses continuarão a ir de férias, mas para destinos menos longínquos, a preços mais baratos. Nalguns casos, poderão mesmo voltar aos velhos hábitos, como ir de autocarro até às praias espanholas.
"Todas as
opções estão condicionadas pelo preço e não nos podemos esquecer que com o
aumento dos impostos, Portugal também vai sair mais caro", alertou Eduardo Pinto
Lopes. O presidente do operador turístico Sonhando recordou que os portugueses
poderão beneficiar com os preços praticados em viagens para destinos fora da
Zona Euro, como Marrocos, Tunísia e Cabo
Verde.
No geral, os portugueses deverão optar por viagens mais curtas
entre 1 hora e meia e 3 horas de avião. "E os preços dos pacotes deverão
situar-se entre os 550 e os 900 euros por pessoa, estamos a falar cerca de menos
300 euros, por pessoa, do que foi este ano", referiu o mesmo responsável.
Eduardo Pinto Lopes estima que a Tunísia deverá fazer preços bastante
apetecíveis, com vista à recuperação deste destino turístico, após os conflitos
que ocorreram este ano, o mesmo poderá acontecer com Marrocos ou com o Egipto. E
Eduardo Pinto Lopes vai mais longe ao prever que os portugueses possam retomar
velhos hábitos. "O avião tornou-se um meio de transporte muito mais barato", daí
a escolha deste meio de transporte. Mas, "os portugueses não vão prescindir das
férias, por isso podemos assistir ao regresso das viagens de autocarro para
Benidorm ou Torremolinos", acrescentou o responsável.
Recentemente também
surgiram "sites" de viagens "low cost" que poderão ser uma alternativa mais
económica para não deixar de viajar. A Geowinds lançou três "sites" que estão
direccionados principalmente a este momento de crise. O "Outletrips", da
responsabilidade da Geowinds, as poupanças podem ir de cerca de 30 euros até
mais de 200 euros, para férias em Portugal. Este "site" também agrega preços
promocionais de férias com espectáculos. E as promoções não ficam por aqui,
porque o Click2Deal também assegura poupanças de 20 a 75%.
Fonte:
Por: Ana Torres Pereira - In, Jornal de Negócios (http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=528459) (30/12/2011)
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